NOSSOS MESTRES INESQUECÍVEIS

 

PProfessor

Mário Ney Ribeiro Daher

* Ciências *

 

 

Mário Ney é natural de Paraibuna, onde seus pais residiam antes de se transferirem para Jacareí. Nasceu em 10 de junho de 1943 e é filho de Alfredo Daher e de Maria Augusta Ribeiro Daher.

Alguns irmãos também seguiram na educação, como a Isa Maria (em memória)e Paulo Afonso. José Yves e Frei Régis.

Aposentado, reside hoje em São José dos Campos, com a esposa Celma.

Formações acadêmicas:

- Licenciatura em Biologia pela Universidade de Mogi das Cruzes

- Licenciatura em Pedagogia pela Fundação Valeparaibano de Ensino

- Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais pela Fundação Valeparaibano de Ensino

- Curso de especialização e Pós Graduação em Ecologia pela UMC

- Curso de especialização em Direito Penal e Ciências afins, na Faculdade de Direito de SJC.

- Curso de especialização em Direito Tributário pela Faculdade de SJC

- Curso de Comunicação Social pela PUC de Campinas

Atividades:

- Professor efetivo de Biologia na rede oficial de Ensino do estado

- Diretor-Presidente da Associação Jacareiense de Educação e Cultura - Fac. Maria Augusta

- Ex - supervisor do Departamento de Microbiologia da Johnson & Johnson

- Foi estagiário da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra

- Foi responsável pela criação, através do Conselho Federal de Educação das duas primeiras Faculdades de Jacareí - Administração de empresas e Pedagogia.

- Também foi Conselheiro do Conselho Estadual de Educação de São Paulo, por dois mandatos, de 1990 a 1996 e membro das Câmaras de Ensino de Primeiro e Segundo Graus e do Ensino Superior.

Mário também foi o fundador das Faculdades Integradas de Jacareí.

Pelo facebook capturei um breve comentário do Mário, sobre a nossa saudosa Fanfarra do CENE:

"Aqueles ligados à Fanfarra do CENE(63), devem se lembrar da alcunha que o, sempre oportuno e "simpático" concunhado ( mora em Igaratá) me pregou, em razão do uniforme preto que usei, no desfile, daquele ano! E do jovem que tocava sininho, o Sargento Garcia.
Pois é, a dupla se reencontrou, ontem de manhã, no Mercadão! Segundo o Zé (José Rodrigues de Azevedo Chaves ), eu prometera a ele, "mudança de posto" para 64, do sininho para a tuba, e desta, para a corneta em Fá.
Quanta alegria eu senti, ontem, querido Zé Gordo, você que, alguns anos mais tarde, tornou-se companheiro, em outras frentes de luta, bem menos charmosas e cativantes que a "sacrossanta" Fanfarra do CENE ! Bem,...xá prá lá!
Não sei definir, se o peso dos anos, ou mesmo, a fragilidade emocional a que ficamos reduzidos, pelo passar inexorável da caravana, verdade é que, tais encontros provocam o afloramento de emoções, em jorro.
Quantos personagens "desfilaram" em minhas retinas. Dos "marciais" do Pereira e do Mario Paulo, com a coreografia do giro das baquetas brancas, em sincronismo de arrepiar, ao cadenciar seco dos "surdos do Bissoli e do Piccininha, e o "gran finale" da percussão, no repicar do tarol do Bertonça!
Pelicano e o seu pequeno clarim, à frente das dez marcantes cornetas em Fá, e o Ivens que, mais tarde, levaria o brilho dessa troupe, ao Idesa, de Taubaté.
O estridente e afinadíssimo grupo das 15 cornetas, em Si. A corneta solitária, em Mi ( ...aprendemos com os "estrangeiros" mogianos, do Whashington Luiz), sem a qual seria impossível executar a " Sinfonia". A beleza grave, das tubas do Papagaio e do Maurício (Tombém).
Candelabro, Sinfonia, Marcha do Adeus... Perpassaram-me, até "inimigos", como o Germano, o "cara" da corneta, em Mi, do Colégio Agrícola, o Super Pagano e seu pistom (que representava quase meia-fanfarra), do Antonio Afonso.
Nesse devaneio sabático, em pleno Mercadão, visualizei a graça e a beleza do pelotão das flautinhas (a designação masculina para esse grupo é mais do que imprópria) e a figura cativante da Marilena Masiero, por quem tantos oraram, nesses últimos dias. Essa menina respirava fanfarra!
Tá, aí, Zé! Você foi o responsável, por esse breve relato apaixonado, nesses minutos de fantasia!"

Além disso, nosso querido mestre compôs uma paródia, expressando todo o seu sentimento por nossa cidade, com o título de "Um Tributo de amor" em 2018, usando a melodia de Caetano Veloso "Sampa!

"Alguma coisa acontece no meu coração Que só quando cruza a Floriano e a rua Barão É que quando eu cheguei por aqui eu tudo entendi Do traço tortuoso das ruas e tuas esquinas Do charme dengoso e bonito de tuas meninas Ainda não havia para mim calça Lee O sonho sonhado dos jovens de então Alguma coisa acontece no meu coração Que só quando cruza a Floriano e a rua Barão Quando eu te encarei frente a frente na Conde Frontin Achei de bom gosto a praça, os trilhos e o trem O auto-falante do cine anunciando o artista, Leal o sorvete, a fonte de luz colorida, Os bailes do Elvira agitando a noite garrida E mesmo um difícil começo Na “city” que não conheço Pra quem vem de outro sonho feliz de cidade Aprendi depressa a chamar-te de realidade Porque “Jacapau” és o oposto, o oposto do oposto! Seu povo alegre nas ruas, em grupo ou rodinha As pizzas do Adauto de Brito e as do bom Panelinha, Baiano, Azeitona e Nagata, garçons prazenteiros Norminha e o Bira, no esporte, orgulhos da terra, Loureiro, na Rádio, Emidinho, no apito És porta de entrada do Vale, onde o que mesmo vale é a boa amizade De braços abertos recebe e isso é tão certo Porque mesmo longe de ti, coração está bem perto!"

Veja o vídeo

 

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