LITERATURA - CELSO LUIS VASQUES

 

Celso é natural de São Paulo, capital, onde nasceu em 19 de maio de 1958, filho de Amaury Teixeira Vasques e de Maria Aparecida da Trindade Vasques. Veio para Jacareí já na primeira semana após o seu nascimento, onde vive até os dias de hoje.

Seus ascendentes paternos sempre tiveram gosto e prazer pela literatura. O bisavô espanhol gostava de escrever letras para músicas. Já a avó tinha uma habilidade fantástica para elaborar lindas trovas e por este mérito foi uma das Acadêmicas fundadora da Academia Pindamonhangabense de Letras. O pai foi contador, professor, esportista e político aqui em Jacareí. Adorava escrever seus poemas e poesias, muitos deles publicados nos jornais locais da época. Também foi merecedor do Troféu Jacaré, promovido na época (1967), pela Rádio Clube de Jacareí.

Seguindo alguns exemplos do pai, exceto na política, mantém seu escritório de contabilidade até o momento, assim como seus irmãos Rosângela e Amaury Júnior. Também se aventurou na área da educação, com aulas (particulares) de estatística e de matemática, mas somente por alguns anos, na década de 80. A única irmã que seguiu todos os passos do pai foi Rossana, que é contabilista, professora e adora o envolvimento político.

Divorciado atualmente, é papai de seis filhos, Celso Júnior, Aldren, Amaury Gustav, Mayumi, Luís Augusto e a caçula Maria Vitória, hoje com 15 anos, com quem vive até hoje, após a separação de sua genitora, quando ainda tinha seus 3 anos de vida. No início de setembro de 2020 chegou a primeira neta e Olívia foi o nome escolhido.

O prazer pela leitura começou aos 11 anos, quando ganha de sua avó paterna, como presente de aniversário (maio-1969), uma coleção de livros do escritor taubateano Monteiro Lobato (15 ou 20 livros). O acordo feito com a avó era para ler e se preciso fosse reler, para que no Natal ganhasse a tão sonhada bicicleta.  A bicicleta chegou somente no natal de 1970.

Em 1971, o prazer pela leitura aumenta influenciado pelo saudoso professor Rangel Simões, que lecionava aulas de português no CENE Silva Prado. Nesta época, além das revistas semanais “Seleções”, do qual o pai era assinante, despertou interesse por outros autores, como Machado de Assis, Graciliano Ramos, Guimarães Rosa, Carlos Drummond de Andrade, Olavo Bilac, Castro Alves e o ídolo Jorge Amado, do qual teve o imenso prazer em conhece-lo pessoalmente, na linda cidade baiana de Ilhéus.

O prazer em escrever tem início em 1973, assim que surgiu o “primeiro amor”.  Mesmo sem palavras clássicas as rimas eram boas, nunca desvirtuando do tema ou do contexto do verso. As dificuldades eram em formar um quadrado perfeito, fazendo com que o poema se transformasse numa mera poesia.

Assim foi por alguns anos, quando as poesias deram lugar para textos mais longos, mas sempre voltado para o romantismo. A leitura dos livros literários estava sendo substituídos por livros didáticos mais complexos (contabilidade).

Os anos de 1988 a 1998 foram marcantes. Residindo na terra do “Sol Nascente”, onde viveu por aproximadamente 11 anos, a necessidade de escrever cartas era enorme, ainda não existia toda essa tecnologia atual de correspondências. A saudade dos amigos era enorme, principalmente dos amores antigos, que recebiam lindos textos (na maioria românticos) dos tempos vividos.

Nos primeiros anos do novo século, já de volta ao Brasil, se aventura como jornalista criando um site comercial denominado de Revista Eletrônica de Jacareí. Visando lucros e capturando os assuntos mais procurados, direcionou a Revista Eletrônica para a área criminal e política. As visualizações aumentaram consideradamente, bem como os lucros com os anunciantes, por razões de grandes acontecimentos negativos (assaltos, chacinas e muitos homicídios). No entanto todas essas imagens e tragédias não estavam lhe fazendo bem e resolveu abortar o projeto. Já não aguentava ser tão sensacionalista.

Não demorou muito para um novo amor surgir e uma guinada no rumo de sua vida acontecer. Foram poucos anos, porém vivido de forma intensa. Neste período muitas poesias e poemas foram feitas e trocadas. Esta fase da vida está sendo resgatada, nos mínimos detalhes, para a edição de um livro (romance ou aventura) do qual existe a certeza que será prazeroso lê-lo.

Ultimamente desenvolveu um blog (jacarei.blog.br) onde está resgatando a história de personalidades jacareienses, em suas mais diversas atividades. Como não poderia deixar de lado, foi criado alguns espaços para a literatura, publicando crônicas, poemas, poesias e livros de escritores da cidade. Além disso um grande espaço também está sendo editado, para as publicações da Academia Jacarehyense de Letras, bem como dos acadêmicos que a compõe.

Embora gostasse muito de escrever suas mais diversas poesias, muitas eram entregues e ou enviadas para as pessoas homenageadas naqueles textos. Jamais teve a preocupação de guardar cópias para que em um futuro pudesse contemplar seus feitos de poeta e conquistador.

Em 2020 foi convidado por Salette Granato, presidente da Academia Jacarehyense de Letras para integrar o quadro de Acadêmicos e foi aprovado e aceito por todos.

 

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